A ocasião era de festa, afinal de contas fazia meses que não se encontravam os 3 fundadores, ainda para mais à volta de uma mesa. Mais importante que encontro dos pais desta ideia, foi o encontro de amigos e nisso tivemos a maior adesão de sempre, num testemunho de amizade em que sempre prevaleceu o humor, a brincadeira e a boa disposição. Para além dos 3, regista-se a agora Arroteira Patricia, os usuais Pedro, Sandra e Inês (duplamente feliz), para além das estreias da Marlene, Maia, Bárbara e Bruno.
Ora bem no que respeita ao repasto propriamente dito, a expectativa ficou gorada. Por duas vezes tentamos lá jantar sem sucesso pois não nos receberam sem reservas. A ementa foi deixada ao critério da casa, tendo recaído em picanha e algumas entradas atípicas de uma adega. O vinho também não merece nenhuma distinção, nem por ser bom, nem pelo o oposto. O preço foi muito elevado para a qualidade ou mesmo falta dela, do que foi servido.
É um espaço muito bem situado, junto a dois marcos importantíssimos da nossa cidade, o Aqueduto e o Mosteiro. Uma boa refeição, seguida de uma dúzia de passos para avistar a nossa bela cidade, o rio e o mar, de certo traria palavras de José Régio à mente, sentidas como nossos. Tudo lá estava menos a refeição, uma nova oportunidade até podia ser, no entanto eu fiquei sem vontade...
O que não consigo isolar é a qualidade da comida, com o espaço e o convívio, tudo factores de ponderação na equação, pelo que a minha pontuação é de garfo de bronze.